Na minha adolescência, ninguém que eu conhecia entendia inglês. Por mais que a gente fizesse cursinho, era muito difícil encontrar alguém que falasse uma língua estrangeira. E na época a gente gostava muito das músicas em inglês.
Sem entender nadinha, "cantávamos" o som das palavras, sem a menor idéia do significado. Isso não incomodava nem um pouco. Importava o balanço, a melodia, as rimas inventadas. Aliás, como se inventava rimas ruins...a música "Cuba" do Gibson Brothers - 1979, tinha o refrão "Cuba quiero bailar la salsa" virou "cuba, seu irmão cag# nas calças", uma outra virou "seu c* só sai de ré", .. imagina eu que nunca gostei de palavrões.
Outro problema: como a gente não entendia nada, ficava apaixonada pelas melodias melosas, achando que eram românticas, quando na verdade estavam mais para gospel: "Jesus is love", "He Ain't Heavy, He's My Brother", "Ships"... nessa então, Barry Manilow fala do pai, de cachorros, e dançando de rosto colado, a gente imaginava romance na letra. Não existia malícia, não havia maldade. Mesmo quando James Brown cantava "Get on up and then shake your money maker" (algo como sobe em cima e balance o seu traseiro) a gente só queria seguir a coreografia. E ninguém imaginaria que Freddie Mercury era homossexual, com aquele corpo másculo. Ninguém achava Village People caricatura gay. Acho que eram tempos mais leves. A inocência perdida não tem volta.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Felicidade
Em 1979, eu com quinze anos, me lembro de estar indo para a aula, primeiro ano noturno do Ensino Médio, e me dar conta que estava feliz. Eu já trabalhava hà uns quatro anos e portanto, comecei a estudar à noite na sétima série. Eu tinha um emprego, uma família unida, todos trabalhando, casa própria, carro, amigos e até uma paixão adolescente. Me sentia admirada física e intelectualmente.
Logo que entrei na faculdade - 1982 - já não estava tão feliz assim. Achava meu emprego medíocre, terminei um namoro mais sério, que durou uns três anos, costumo dizer que "fiquei boba" e provoquei minha demissão de um emprego após quatro anos de casa.
Vendi assinaturas de revistas na Editora Abril, trabalhei com fotografia, auxiliando o trabalho de um "profissional" em casamentos, aniversários, eventos públicos.
Daí entrei numa refinaria de petróleo, ótimo emprego, fui feliz ali por dois anos, mais ou menos. Fui demitida numa manhã que o chefe acordou de mal humor, sem motivo, ao que me consta.
Nesse meio tempo, casei. Não tinha completado um ano de casada quando perdi o emprego. Vai ver, o ex-chefe não gostava de trabalhar com mulheres casadas.
Lembro que aos 21 anos, ano em que casei, queria que chegasse logo os trinta, mas já falei disso aqui. Talvez não estivesse feliz, afinal.
Estou há meses ensaiando este post.
É que, com esse título, é complicado pensar no passado. A inspiração vem e vai.
Mas hoje resolvi postar.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Carnaval 2012 - parte IV
A segunda feira de carnaval foi reservada para conhecermos o Paraguai. Fomos de carona até perto da ponte da amizade, e atravessamos a pé, entrando na Ciudad del Este do jeito mais simples. Nosso amigo local nos acompanhou para que não nos perdêssemos na confusão de lojas e pessoas. Muitos se referem a Ciudad del Este como uma 25 de março ampliada. Há preços em reais, em dólares e em guarani - moeda local.
Mas não achei nada assim tãããão mais barato que valesse comprar, ainda mais que tudo tem acréscimo quando se fala em pagar com cartão de crédito. E o dólar é uma incógnita na sua próxima fatura. E tudo é à vista. Só paguei mesmo o McDonald's, que foi nosso almoço, e gostei de conhecer a Cajita Feliz e saber que Quarteirão era 1/4 sei lá do quê, nem me lembro.
Aprendi que paraguaio não tem uma comida especial, as pessoas comem na rua sem a menor cerimônia, vi gente com marmitex de macarrão na mão, em pleno canteiro central da avenida.
Voltamos para Foz de ônibus urbano internacional - olha que interessante, não sem passar pela fiscalização da fronteira, que cismou com meu marido, mandou ele descer para registrar as compras dele antes de seguir viagem, mas depois ele contou que nem registraram nada, só precisou pegar o próximo ônibus.
À noite a família local nos levou de carro pelas ruas da cidade e posso dizer que conheço bem Foz do Iguaçú.
Mas não achei nada assim tãããão mais barato que valesse comprar, ainda mais que tudo tem acréscimo quando se fala em pagar com cartão de crédito. E o dólar é uma incógnita na sua próxima fatura. E tudo é à vista. Só paguei mesmo o McDonald's, que foi nosso almoço, e gostei de conhecer a Cajita Feliz e saber que Quarteirão era 1/4 sei lá do quê, nem me lembro.
Aprendi que paraguaio não tem uma comida especial, as pessoas comem na rua sem a menor cerimônia, vi gente com marmitex de macarrão na mão, em pleno canteiro central da avenida.
Voltamos para Foz de ônibus urbano internacional - olha que interessante, não sem passar pela fiscalização da fronteira, que cismou com meu marido, mandou ele descer para registrar as compras dele antes de seguir viagem, mas depois ele contou que nem registraram nada, só precisou pegar o próximo ônibus.
À noite a família local nos levou de carro pelas ruas da cidade e posso dizer que conheço bem Foz do Iguaçú.
Carnaval 2012 - parte III
Nosso segundo dia em Foz do Iguaçú começou com um calor forte. Por lá o povo sobrevive em ambientes com ar condicionado. No verão é muito quente e no inverno muito frio. Então, todo lugar que você entra tem ar refrigerado e mais os ventiladores, que não tem aparelho de ar condicionado que dê conta.
Aproveitamos a proximidade para conhecer Puerto Iguazu, na fronteira da Argentina. Fomos primeiro no Dutty Free Shopping, minha primeira vez numa Zona Franca, com produtos importados de várias partes do mundo, a preços em dólares mais em conta que em S.Paulo. A decoração é fantasia pura e vi mesmo alguns produtos que nunca tinha visto. Lá compramos nossos alfajores, aproveitando o preço bom. Visitamos também o marco das Três Fronteiras. É interessante estar na Argentina e a poucos metros do Brasil e do Paraguai. E tem barraquinhas em volta para quem quer souvenirs, lógico. Depois fomos um pouco mais adentro da cidade, pedimos as legítimas empanadas argentinas, acompanhadas da cerveja local (Quilmes), e uma travessa de frios, com queijos, salames e azeitonas. O mais legal é poder ouvir as pessoas falando e sentir cheiros e gostos estrangeiros.
Na volta entramos em um cassino para conhecer e brincar um pouco, sem se deixar levar pela empolgação para não gastar muito, porque tudo é em dólar.
Aproveitamos a proximidade para conhecer Puerto Iguazu, na fronteira da Argentina. Fomos primeiro no Dutty Free Shopping, minha primeira vez numa Zona Franca, com produtos importados de várias partes do mundo, a preços em dólares mais em conta que em S.Paulo. A decoração é fantasia pura e vi mesmo alguns produtos que nunca tinha visto. Lá compramos nossos alfajores, aproveitando o preço bom. Visitamos também o marco das Três Fronteiras. É interessante estar na Argentina e a poucos metros do Brasil e do Paraguai. E tem barraquinhas em volta para quem quer souvenirs, lógico. Depois fomos um pouco mais adentro da cidade, pedimos as legítimas empanadas argentinas, acompanhadas da cerveja local (Quilmes), e uma travessa de frios, com queijos, salames e azeitonas. O mais legal é poder ouvir as pessoas falando e sentir cheiros e gostos estrangeiros.
Na volta entramos em um cassino para conhecer e brincar um pouco, sem se deixar levar pela empolgação para não gastar muito, porque tudo é em dólar.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Tunel do Tempo

♫- Salve!
- Como é que vai?
- Amigo, há quanto tempo...
- Um ano ou mais
- Posso sentar um pouco?
- Faça o favor... ♫
Não. Não estou falando com meu próprio Blog, por causa do tempo decorrido desde o último post.
Ouvindo MPB4 cantar essa música hoje, lembrei de um tempo em que, para ter a letra da música, precisava ouvir vinte vezes, e ia anotando partes, até conseguir a íntegra. Ouvia no toca-discos, e ia tirando a agulha para escrever um trecho, voltava a tocar, parava, anotava, tocava mais um pouco, conferia se não faltava uma palavra. Às vezes penava para entender o intérprete, inventava alguma rima. Isso tudo por que era bastante difícil obter uma cópia da letra impressa. Comparando com a Internet hoje, ninguém pode imaginar a satisfação de copiar uma letra da música preferida em um caderno comum.
- Como é que vai?
- Amigo, há quanto tempo...
- Um ano ou mais
- Posso sentar um pouco?
- Faça o favor... ♫
Não. Não estou falando com meu próprio Blog, por causa do tempo decorrido desde o último post.
Ouvindo MPB4 cantar essa música hoje, lembrei de um tempo em que, para ter a letra da música, precisava ouvir vinte vezes, e ia anotando partes, até conseguir a íntegra. Ouvia no toca-discos, e ia tirando a agulha para escrever um trecho, voltava a tocar, parava, anotava, tocava mais um pouco, conferia se não faltava uma palavra. Às vezes penava para entender o intérprete, inventava alguma rima. Isso tudo por que era bastante difícil obter uma cópia da letra impressa. Comparando com a Internet hoje, ninguém pode imaginar a satisfação de copiar uma letra da música preferida em um caderno comum.
domingo, 5 de junho de 2011
Consequências das nossas escolhas
Às vezes eu imagino o que poderia ser diferente na minha vida, se no passado eu tivesse feito outras escolhas. Vários destinos diferentes passaram pela minha janela.
Houve um tempo em que eu quis ser professora. E se eu tivesse levado adiante? O que isso implicaria no meu atual status de trabalho? Teria eu casado, comprado uma casa? Estaria morando em que bairro?
Minha vontade era ter seguido a carreira de desenhista publicitário. Gostava de propaganda e de desenho. A liberdade de criação publicitária que o desenho permite me seduzia. Na hora de escolher o vestibular, pés no chão, me percebi sem a menor técnica em desenho. Como iria enfrentar uma prova específica? Fiquei só com a publicidade e me contentei em criar para outros produzirem. Mas também nunca consegui uma oportunidade profissional na área. Demorei uns 15 anos para ir buscar meu diploma na FAAP, simplesmente porque não precisei dele. E do arquivo da faculdade, ele foi para uma gaveta no meu quarto.
E se eu não tivesse investido tempo e dinheiro (leia-se minha vida dos 18 aos 22) naquele curso?
Teria continuado no meu emprego. na seção pessoal da empresa de ônibus Parada Inglesa?
Porque teve isso. Depois de quatro anos trabalhando naquele escritório, entrei na faculdade e "me achei" boa demais para continuar ali. Provoquei minha demissão. De bobeira. Sei lá. Era um bom lugar para trabalhar. Tinha alguma chance de crescer lá dentro. Porque saí?
E todo dia tem uma decisão que pode mudar o futuro. Talvez por isso eu ainda leia com atenção meu horóscopo. Porque conforta pensar que não importa a escolha, o destino está escrito nas estrelas. É só confiar que vai dar certo.
Para quem esperava um "em Deus" depois daquele "confiar", não se engane. Acredito na proteção de Deus, mas acredito também no livre arbítrio que a gente tem e às vezes estraga os planos que Ele tem para nós.
Houve um tempo em que eu quis ser professora. E se eu tivesse levado adiante? O que isso implicaria no meu atual status de trabalho? Teria eu casado, comprado uma casa? Estaria morando em que bairro?
Minha vontade era ter seguido a carreira de desenhista publicitário. Gostava de propaganda e de desenho. A liberdade de criação publicitária que o desenho permite me seduzia. Na hora de escolher o vestibular, pés no chão, me percebi sem a menor técnica em desenho. Como iria enfrentar uma prova específica? Fiquei só com a publicidade e me contentei em criar para outros produzirem. Mas também nunca consegui uma oportunidade profissional na área. Demorei uns 15 anos para ir buscar meu diploma na FAAP, simplesmente porque não precisei dele. E do arquivo da faculdade, ele foi para uma gaveta no meu quarto.
E se eu não tivesse investido tempo e dinheiro (leia-se minha vida dos 18 aos 22) naquele curso?
Teria continuado no meu emprego. na seção pessoal da empresa de ônibus Parada Inglesa?
Porque teve isso. Depois de quatro anos trabalhando naquele escritório, entrei na faculdade e "me achei" boa demais para continuar ali. Provoquei minha demissão. De bobeira. Sei lá. Era um bom lugar para trabalhar. Tinha alguma chance de crescer lá dentro. Porque saí?
E todo dia tem uma decisão que pode mudar o futuro. Talvez por isso eu ainda leia com atenção meu horóscopo. Porque conforta pensar que não importa a escolha, o destino está escrito nas estrelas. É só confiar que vai dar certo.
Para quem esperava um "em Deus" depois daquele "confiar", não se engane. Acredito na proteção de Deus, mas acredito também no livre arbítrio que a gente tem e às vezes estraga os planos que Ele tem para nós.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Música fantasma
Não foi nada em vão
Não foi nada sem querer
E é por isso irmão
Está difícil de esquecer
A marca ficou, ficou, bem marcada
A vida virou, virou, mal tratada
Ao passar dos anos eu sem sentir, fui gostar
Sem perceber que já havia outro, em em lugar
Não foi nada em vão
Não foi nada sem querer
E é por isso irmão, por isso
Está difícil de esquecer♫
Tinha aqui prá mim que essa música é cantada por Tim Maia e se chama "Está difícil de esquecer". Mas nem São Google localiza ela. Na internet nenhum arquivo registra essa letra. Pelo menos não assim, como eu me lembro. Sempre que ouço Tim Maia, logo me vem essa na cabeça, do final dos anos 70, talvez começo da década de 80. E tenho procurado a gravação por anos. Tão difícil que às vezes pensava que Tim Maia nunca gravou, pode ter sido alguma passagem de som, uma brincadeira nos microfones, já que ele era exigente nessa área. Ou podia ser tradução de alguma música em inglês do tempo da doutrina Cultura Racional. Sei lá. Eis que para continuar esse post, fui parar na Wikipédia e achei a faixa listada no disco Tim Maia (volume 8) .É um álbum de estúdio e foi lançado em 1980 em LP e CD. Acho que preciso iniciar uma campanha para quem tiver esse disco disponibilizar na internet. Essa música não pode morrer. A letra é do próprio Tim Maia, a canção é a cara dele. Tantas faixas ele regravou, algumas várias vezes... Puxa, que saudade de ouvir a original e atualizar essa lembrança na minha cabeça. Alguém aí tem esse disco?
Tinha aqui prá mim que essa música é cantada por Tim Maia e se chama "Está difícil de esquecer". Mas nem São Google localiza ela. Na internet nenhum arquivo registra essa letra. Pelo menos não assim, como eu me lembro. Sempre que ouço Tim Maia, logo me vem essa na cabeça, do final dos anos 70, talvez começo da década de 80. E tenho procurado a gravação por anos. Tão difícil que às vezes pensava que Tim Maia nunca gravou, pode ter sido alguma passagem de som, uma brincadeira nos microfones, já que ele era exigente nessa área. Ou podia ser tradução de alguma música em inglês do tempo da doutrina Cultura Racional. Sei lá. Eis que para continuar esse post, fui parar na Wikipédia e achei a faixa listada no disco Tim Maia (volume 8) .É um álbum de estúdio e foi lançado em 1980 em LP e CD. Acho que preciso iniciar uma campanha para quem tiver esse disco disponibilizar na internet. Essa música não pode morrer. A letra é do próprio Tim Maia, a canção é a cara dele. Tantas faixas ele regravou, algumas várias vezes... Puxa, que saudade de ouvir a original e atualizar essa lembrança na minha cabeça. Alguém aí tem esse disco?
terça-feira, 6 de julho de 2010
Quando eu tinha vinte e poucos anos
Quando eu tinha vinte e poucos anos, queria que chegasse logo os trinta. Na minha cabeça, o que eu tivesse conquistado aos trinta seria meu legado. Casa, carro, emprego, filhos. Depois dos trinta não mudaria muita coisa. Bem. Foi quase isso. Primeiro veio o emprego público. São 23 anos que estou nessa vida. Depois as filhas, uma aos 26 outra aos 30. Por último a casa e o carro no mesmo ano - 1996, quando eu completava 32 anos. Mas ainda fiz uma faculdade, que não estava nos meus planos, mas me deu muita satisfação, aos 44-45 anos.
Vou pegar vinte dias de férias a partir do dia 12. Não tenho recursos para viajar muito, tudo é muito caro e somos em quatro, se não estivermos juntos nem tem graça. Eu não faço questão de viajar para longe, ficar semanas fora de casa. Gosto de curtir o ócio, dormir até a hora que bem entender, sem compromisso, nem o da diversão. Treino para aposentadoria? Será que quando eu souber que as férias não terminarão em poucas semanas vou continuar sentindo prazer no ócio?
Tenho mil planos para quando chegar essa época, apesar de faltar bons anos ainda. Penso em fazer os cursos que ainda não fiz - violão, desenho, artesanato, natação. Penso em fazer muito turismo local - museus, parques, feiras, congressos. Penso que terei mais disposição para caminhadas e alimentação saudável.
Mas às vezes duvido muito. O dinheiro será o mesmo de hoje, ou menos. Se agora não tenho grana para passear tanto, como fazer? Ah! Mas meus planos incluem muita coisa gratuita. Será que vou?
Vou pegar vinte dias de férias a partir do dia 12. Não tenho recursos para viajar muito, tudo é muito caro e somos em quatro, se não estivermos juntos nem tem graça. Eu não faço questão de viajar para longe, ficar semanas fora de casa. Gosto de curtir o ócio, dormir até a hora que bem entender, sem compromisso, nem o da diversão. Treino para aposentadoria? Será que quando eu souber que as férias não terminarão em poucas semanas vou continuar sentindo prazer no ócio?
Tenho mil planos para quando chegar essa época, apesar de faltar bons anos ainda. Penso em fazer os cursos que ainda não fiz - violão, desenho, artesanato, natação. Penso em fazer muito turismo local - museus, parques, feiras, congressos. Penso que terei mais disposição para caminhadas e alimentação saudável.
Mas às vezes duvido muito. O dinheiro será o mesmo de hoje, ou menos. Se agora não tenho grana para passear tanto, como fazer? Ah! Mas meus planos incluem muita coisa gratuita. Será que vou?
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