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sexta-feira, 16 de março de 2012

Ano Novo Astral

Ontem completei 48 anos. Logo cedinho ganhei o primeiro presente, um guarda-chuva novo das minhas filhas, que mais tarde me deram também uma blusinha da Criatiff, minha nova loja preferida de roupas. Uma quinta-feira quente, que teve chuva forte à tarde e à noite.

Comprei bombons para retribuir o carinho dos colegas de trabalho, que vieram me abraçar. Trabalhei normalmente, como gosto de fazer nos meus aniversários que caem em dia útil. Ganhei um mimo de uma colega de trabalho, uma bolsa da minha sogra e R$50 do meu marido. Presente em dinheiro é sempre bom. Fizemos uma janta especial, mas sem convidados de fora, porque hoje também é dia útil e tenho que levantar cedo para trabalhar.

Foi meu primeiro aniversário no Facebook e perdi a conta de quantos me cumprimentaram por lá, achei muito legal. Também recebi emails e telefonemas, como sempre.
Me senti muito querida esse ano. Foi bem gostoso.

Não fiz festa. O que iria gastar foi usado na viagem durante o Carnaval para Foz do Iguaçú, de comum acordo com o pessoal lá de casa. Pode ser mais egoista, mas também foi muito bom viajar.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Limpando as teias de aranha

Passei o mês de agosto que nem vi, e já estamos na segunda quinzena de setembro. Reparei que minha ânsia de escrever e registrar meu cotidiano é bastante abrandada pelos posts no Twitter. Quase todos os dias acho algo interessante para revelar por lá (@ceciliacar). No começo de setembro completei 25 anos de casamento. Foi difícil, viu? Eu estava no último ano de faculdade e talvez alguém tenha me dito "espera acabar a faculdade", mas não me lembro de ninguém. Eu tinha um bom emprego e estudava à noite na FAAP. Alugamos um apartamento quinze dias antes da data marcada para o casamento no civil, que foi uma semana antes do religioso. E por essa época o então noivo queria desistir. Convites já distribuídos, mobília sendo providenciada, e ele queria adiar o evento. Fizemos o curso de noivos na Candelária e pós-graduação na igreja de Sant'Ana. Lembro que quando resolvemos nos casar, muitos não acreditavam que daria certo. Falei pra ele: temos a obrigação de sermos felizes, pra calar a boca de meio mundo. Conquistamos essas Bodas de Prata depois de muitas diferenças apontadas, descobertas boas e ruins, brigas sim, mal-entendidos, choros, risos, duas filhas, casa própria com carro na garagem, tempestades e bonanças. O balanço é positivo, afinal realizamos coisas boas. Viajamos, festejamos e levamos o dia a dia numa boa. As meninas estão bem, nós vamos nos recauchutando (a idade é fogo) e preparando uma festa para comemorar a Prata. Podíamos viajar juntos para marcar a data, mas preferimos (sempre) festejar com a família e amigos, investir na alegria dos abraços e sorrisos queridos.